Analfabetismo Funcional [Bíblico]

O ANALFABETISMO FUNCIONAL É ASSIM:

[Copiando de Curiosidades Bíblicas & Mais do Facebook esta matéria, realizei uma correção gramatical do texto, e coloquei entre aspas o que não é dito por mim, mas que serviu para organizar minhas ideias, que não estão entreaspeadas].

1 – Alguém escreve ‘O suicida crente não perde a salvação’.

O outro entende ‘TODO suicida é salvo’!

2 – Alguém escreve: ‘Uma pessoa pode cometer suicídio por algum distúrbio, como a depressão’.

O outro entende ‘A ÚNICA causa de suicídio é a depressão’!

3 – Alguém escreve ‘O suicídio é pecado, mas não é o pecado imperdoável’.

O outro entende ‘O suicídio está sendo incentivado’!

4- Alguém escreve ‘Concordo com essa opinião do teólogo Fulano!’.

O outro entende ‘Idolatra o teólogo Fulano, pois TUDO o que ele diz está SEMPRE certo’!

ISSO SE CHAMA ANALFABETISMO FUNCIONAL: Não entendimento do que se lê ou ouve.

Também no lado comum da leitura da Bíblia existe muito analfabetismo funcional. “São dadas respostas com textos fora do contexto”. A leitura não respeita nada, porque é feita superficialmente; carregam emoções e ideias ‘preconcebidas’ às palavras ditas pelo outro; não examinam as diversas acepções das palavras que os ferem; não sabem fazer inferências; leem baseados em preconceitos acerca das pessoas, e logo tudo quanto dizem ou escrevem os chega distorcido.

5- Alguém comenta contra erros e heresias nos “cultos” e vídeos divulgados com coisas espúrias ao Evangelho, outro o anatematiza como que “não crê em milagres”, ou “é um blasfemo”.

Esse analfabetismo funcional dentre os “evangélicos” se dá em três maneiras: Pela intolerância; pelo preconceito, e pelo legalismo. Quanto à intolerância, não respeitam as diferenças; quanto aos preconceitos, podem ser sobre a pessoa de quem se ouve ou lê algo, ou aos próprios preconceitos edificados como conhecimentos ou convicções não sendo justificados previamente, e quanto ao legalismo navegam num triunfalismo aberrante, uma baixa autoestima miserável ou supostas certezas simplesmente pela insegurança que sentem diante das opiniões ou verdades que os enfrentam.

“O pior de tudo é que alguns desses analfabetos funcionais comuns e [os] bíblicos estão, dominicalmente à frente de uma “igreja” [ ], ‘expondo as Sagradas Escrituras! ’”.

“Talvez isso explique por que o número de evangélicos aumenta, mas a influência da Igreja, na sociedade, diminui cada vez mais!”.

E com certeza é este mal endêmico no Brasil a causa principal de termos uma igreja atomizada e uma liderança soberba, prepotente e autossuficiente.

Tito Berry

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